Pages
Categorias
- A (3)
- Arte (1)
- C (1)
- Coleção Primeiros Passos (6)
- D (2)
- Descartes (1)
- E (1)
- F (1)
- Filosofia (7)
- Foucault (2)
- Freud (6)
- História (2)
- Homero (1)
- I (2)
- L (1)
- M (1)
- Medicina (1)
- Nietzsche (2)
- O (1)
- Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud (6)
- P (3)
- Política (1)
- Psicologia (7)
- Romance (1)
- S (2)
- Sociologia (4)
- T (1)
- Thoreau (1)
Seguidores
Discurso do Método
Cogito ergo sum. "Penso, logo existo." Tal proposição resume o espírito de René Descartes (1596-1650), sábio francês cujo Discurso do método inaugurou a filosofia moderna. Em 1637, em uma época em que a força da razão tal qual a conhecemos era muito mais do que incipiente, e em que textos filosóficos eram escritos em latim, voltados apenas para os doutores, Descartes publicou Discurso do método, redigido em língua vulgar, isto é, o francês. Ele defendia o "uso público" da razão e escreveu o ensaio pensando em uma audiência ampla. Queria que a razão – este privilégio único dos seres humanos – fosse exatamente isso, um privilégio de todos homens dotados de senso comum.
Trata-se de um manual da razão, um prático "modo de usar". Moderno, Descartes postulava a idéia de que a razão deveria permear todos os domínios da vida humana e que a apreciação racional era parâmetro para todas as coisas, numa atividade libertadora, voltada contra qualquer dogmatismo. Evidentemente, tal premissa revolucionária lhe causaria problemas, sobretudo no âmbito da igreja: em 1663, vários de seus livros foram colocados no Index. Razão alegada: a aplicação de exercícios metafísicos em assuntos religiosos. Discurso do método mostra por que Descartes – para quem "mente", "espírito", "alma" e "razão" significavam a mesma coisa – marcou indelevelmente a história do pensamento.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Arquivo do blog
Condições de Uso
Os livros postados neste blog devem ser utilizados apenas como consulta. Então, nós aconselhamos que o leitor, após feita a consulta dos trechos desejados, exclua definitivamente o e-book do seu computador. Isto não vale para os livros de domínio público, que têm uso livre.
Tecnologia do Blogger.
Postagens populares
-
Escrito em 1888, último ano antes de Friedrich Nietzsche perder a lucidez, este ensaio é uma das mais afiadas análises de que o cristia...
-
Este livro traz os seguintes temas - O esquecimento de nomes próprios; O esquecimento de palavras estrangeiras; o esquecimento de nomes e...
-
Sinopse A medicina, a psiquiatria, a justiça, a geografia, o corpo, a sexualidade, o papel dos intelectuais e o Estado são analisado...
-
A loucura como parte integrante da própria razão - eis uma proposição tão espantosa que se resiste a aceitar. Mas fácil definí-la como d...
0 comentários:
Postar um comentário